Não posso te enganar, enxergas longe
Olhos de lince, águia no topo
Desces o abismo até minha garganta
Foges aflita depois que me esgana
Sou verbo de carne és pomo de ouro
Meus doze trabalhos inclui teu trono
Só volto depois que apagaste meu sonho
Não passo de um celta a enfrentar meu rebanho
Que perdeu-se no mato sob o fogo romano
Princesa de jóias de puro diamante
Esgrimas no poente quando não sou mais humano
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