Nei Duclós
Se não houvesse essa barreira de vidro
Essa tela digital que nos confina
A uma solidão que não tem cura
Eu poria a mão em teu abrigo
Para sentires úmida as paredes da gruta
Onde cultivas tesão, fonte de suspiros
Em que sou malvado, visitante bruto
E tu, flor que medra na pedra num fundo infinito
Nei Duclós
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