22 de janeiro de 2026

CANTEIRO

Nei Duclós Apodrece em mim o tempo já vivido Brotos nascem no adubo ao desabrigo São palavras, cisco de memórias Jardim implume na porta sem trinco Poemas imperfeitos, vozes de vidro Mandalas de catedrais perdidas Faço o balanço do secreto circo Submerso acervo onde mal respiro Luto contra o remorso, fogo amigo Que me atinge no final da trilha Nei Duclós

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